Novamente! Depois de milhares de anos…
Mais uma vez me comprometo a postar LOGO meu TCC…
Ando trabalhando demais, com tempo somente pras mídias sociais simples e que só me exigem um RT ou Reblog.
Novamente! Depois de milhares de anos…
Mais uma vez me comprometo a postar LOGO meu TCC…
Ando trabalhando demais, com tempo somente pras mídias sociais simples e que só me exigem um RT ou Reblog.

(tweets publicados por mim, na ordem, em 08/04/2011)
Acessem meu pequeno diário… http://fabithejoker.tumblr.com/
porque ele é mais descomplicado de atualizar do que este blog. Não porque esteja na moda ser “tumblrista”, mas sim porque me sinto sempre incapaz de atualizar este blog sem um texto decente (e grande).
*sorriso*
Acabou.
Acabou a primeira e maior banda de rock decente que eu já vi nessa primeira década do (chaaaaaato) século XXI.
A dupla mais foda da música atual.
Não sei como definir o White Stripes. Sinceramente.
Sabe aquele rock sujo, desleixado, sacana, brincalhão, que não se faz mais hoje em dia?
Pois é, eles faziam.
Jack e Meg White serão meus fofinhos preferidos eternamente! Aquele shipper real que, mesmo distante um do outro, ainda me fará vibrar de alegria.
Acabou oficialmente ontem com aquele fatídico comunicado (e quem me deu a notícia foi minha querida amiga, a jornalista Cristiane Silva de Belo Horizonte, que não por acaso, gosta de White Stripes).
Mas para mim, enquanto há vida, há aquela esperança que mesmo o fã mais pessimista e chato, admitindo ou não, terá.
Estou triste. Musicalmente estou de luto.
A única banda americana que realmente prestava neste século, se foi.
Neste momento, o Preto e Vermelho estão mais desbotados que o Branco.
P.S. Algum dia escrevo algo decente sobre a banda.
Mas este dia não é hoje.
Nos dias 4 e 5 de setembro de 2010 eu estreei a peça Vestido de Noiva no Teatro Cidade do Saber, aqui em Camaçari.
O texto é do nosso aclamado dramaturgo Nelson Rodrigues, meu anjo pornográfico.
Foi minha primeira aventura como atriz profissional, meu coração quase saiu pela boca entre uma cena e outra!
Insegurança e perseverança se misturaram dentro de mim e consegui ser uma “Mulher de Véu” até que decente.
A direção ficou a cargo de Maick Barreto, a pessoa mais paciente do Universo com atores amadores. Digo isso porque comecei no teatro com ele, e juntos estamos há 4 anos na Cidade do Saber.
E toda a idéia obscena e maquiavélica de montar um grupo de atores para encenar “Vestido de Noiva” foi de Jessica Menezes!
E essa Jessica, é apenas a pessoa que está comigo desde a primeira turma, no primeiríssimo ano do curso de teatro na Cidade do Saber, em 2007.
Danada ela!
No nosso time de loucos também estão os atores Katson Freitas, Fernanda Crescencio (que também estão conosco desde 2007), Edney Porten, Marih Araújo, Juarez Alves, Laís Machado e Jaílton Costa.
Completando nosso time estão Geci Cavalcanti (faz-tudo e quebra-galho com a força da mente hehehehe), Allan Oliver que nos ajudou na sonoplastia do espetáculo, nos ajudou no estúdio para nosso ensaio fotográfico para divulgação, a fotógrafa Suelen Vasquez que gentilmente nos transformou em retratos perfeitos para a obra de Nelson e não podemos esquecer de Natan Ney, que conseguiu fazer com que Laís e eu conseguíssemos dançar um pouco de tango para fazermos bonito nas cenas do Cabaré de Madame Clessi!
Várias pessoas de Camaçari nos ajudaram, como a mídia da cidade que nos ajudou a divulgar, com participação do elenco em programas de TV, sorteio de ingressos, notas em sites, entrevistas.
Foi uma época maravilhosa.
Como eu sou negligente com esse blog, venho publicar tudo isso hoje! Sorry
Abaixo, algumas fotos das cenas e das peças de divulgação.
E sempre quando penso que o Rock está totalmente morto, acabado e fudido nestes anos apáticos e chatos do século XXI, eu descubro e redescubro uma banda nua e crua na Europa que ainda faz arte!!! Dá até uma esperançazinha.
Tá, a VV é americana, mas a banda foi formada mesmo na Inglaterra já que o Hotel é de lá.
E o som… ahhh o som!!!
É sujo, lindo, divino, insano e digno de ser ouvido!
muitas palmas pros meus queridos The Kills, que há um tempinho esteve esquecido no meu HD mental!
Agora curtam a música que já foi tocada quase mil vezes hoje aqui em casa!
Quando descobri que não era somente eu que sonhava na finada Brittany Murphy interpretando minha diva louca Harley Quinn no cinema, surtei de felicidade.
Mas aí veio o anjo da morte e a levou embora.
Ela faria um belo par com o também falecido Heath Ledger. Nosso melhor Coringa.
Triste.
Pode ser mórbido, mas os fãs conseguem fazer vídeos tão lindos, cheios de arte e que demonstram que mesmo em nossa loucura fanática cheia de saudades, há verdade.
Pois até mesmo em vídeos montagens, eles têm química.
Imaginem se ambos estivessem vivos, saudáveis e juntos na tela.
Que Deus os dê toda luz de que precisam. Tenham certeza, meu coração sempre terá lugar especial para essas duas almas da arte.
Abaixo, um dos melhores vídeos já feitos por fãs que imaginaram Brittany como Harley… interagindo com o Joker do Heath Ledger.
Com vocês, Senhoras e Senhores
“Meet a Clown, Fall in Love” by andlaymetosleep (tocando The Kills – U.R.A. Fever)
… Strange days have tracked us down
They’re going to destroy
Our casual joys
We shall go on playing or find another town
Yeah!
The Doors (1967)
Primeiro post de 2011.
Primeiras sensações desse novo ano que já começou bombando.
Primeiramente, não entrarei em detalhes, mas desde o dia 8 de janeiro vivo um período meio doido na relação com meus padrinhos. Estou triste porque eles não quiseram entender o meu aviso, mas a vida se encarregará daquilo que minhas faculdades mentais e espirituais não deram conta de explicar.
Segundamente (?), estou ótima, psiquiatricamente falando. Nunca me senti tão louca como agora.
Tudo meu agora é na base da loucura. Mas uma loucura boazinha, sabe?
Ninguém mais manda em mim, vou pra São Paulo entre março ou abril. Meus pais estão me apoiando. Não posso dizer que estou crescendo no jornalismo porque ainda é cedo e meu salário ainda não passa nem dos mil!
Briguei com meio mundo, fiz amizade com uns, humilhei sem querer tantos outros, fui decepcionada, me decepcionei. Tudo de uma vez.
Não me apaixonei não me apeguei, me envolvi, mas não gostei. Brinquei e paguei todos os preços que pude.
E sobrevivi.
Graças a Deus minha família está muito bem. Ando segurando muita vela pra minha irmã com o namorado dela.
Estou mais convicta do que nunca de minhas decisões primitivas e imutáveis.
Venci e destrocei tabus que eu tinha em relação às mulheres mais comuns e conformadas.
Disse coisas no twitter que seriam impublicáveis, mas como não sou famosa ainda, quase ninguém reclamou ou levou a sério.
Me tornei uma espécie de vidente, uma língua-de-trapo para falar a verdade, já que muitas coisas nas quais falei, comentei e analisei, se fizeram verdade para os que me pediram conselho.
Fui chamada de Pitonisa pela Catarina Xavier. Fui chamada de Sibila Rubra pela Yasmim Deschain.
E predisse tudo aquilo que vivi. E tudo aquilo que muitos amigos viveram.
Desejo que muitos não me peçam conselhos. Porque se eu falar sério, sem meu sarcasmo e humor de sempre, pode saber que o bicho pega se não me derem ouvidos.
Ando mais viciada do que nunca no século XX e rindo e xingando qualquer tentativa frustrada de algo novíssimo me agradar.
Meu jeito de trabalhar e tratar as pessoas está cada vez melhor.
Andei anti-social, admito. Mas não é fácil final de ano para mim. Energia baixa distorce alguns aspectos de minha realidade e eu simplesmente me isolo para não fazer besteira.
Vivo dias estranhos, como diz a canção do The Doors. Mas quem disse que isso é ruim?
Plantei o caos da verdade em algumas vidas. Esperava que elas fossem fortes o suficiente para aprender e superar.
Algumas delas não agüentaram olhar para o abismo de minhas palavras e entraram em fase de negação. E continuaram a dar seus murros inúteis nas pontas de suas facas.
O bom é que, no caos, o melhor ou o pior de nós é mostrado.
O caos nos força a sermos quem somos de verdade.
E eu vi como as pessoas me vêem. E ouvi o que elas pensam de mim.
E sabe que eu esperava coisa pior?
Mas o que ouvi, não me surpreendeu. Só me empurrou mais ainda para frente e para cima, pro lugar onde devo ficar.
Se isso não é ter uma vida louca, internem-me no Arkham! (ou no Juliano Moreira, que é mais perto.)
Meu experimento sociológico que derrubou a maioria dos meus tabus acabou de acabar.
breve textos explicativos sobre o assunto.
Pois é pessoas, pra ajudar coleguinhas que porventura estejam estudando Histórias em Quadrinhos da editora DC Comics e suas obras adultas, eu vou publicar meu Trabalho de Conclusão do Curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, que foi apresentado ano passado e classificado com nota 9 (porque, segundo meu orientador, o tema é amplo demais e foi muita coragem abordar um tema pouco abordado na academia).
beijo!